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domingo, 17 de junho de 2012
terça-feira, 5 de julho de 2011
Vocabulário regional
Há certas expressões/vocabulário que, de antemão, se sabe que são características de certas regiões. Esse foi um dos primeiros temas de conversa quando comecei a trabalhar.
No Norte...
...pendura-se a roupa em cruzetas para que não fique encorrilhada. Calçam-se sapatilhas. O dinheiro é guardado no porta-moedas e este anda dentro das carteiras.
As malas são trancadas com aloquetes. Os chuços protegem-nos...
Bebem-se cimbalinos e finos, comem-se magnórios e moletes. Mas cuidado com o que se bebe, senão pode-se ficar ourado. Nas sertãs também se fazem estrugidos e cada panela tem o seu testo.
Poderia dar bastantes mais exemplos, mas é no dia a dia que noto maiores diferenças, como aconteceu desta vez, ou quando chamei trenga a uma colega. Vá lá que morcão já é bem conhecido...
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Anoitecer

Que o Outono é a minha estação do ano preferida, não é segredo nenhum. O que me está a custar este ano é o encurtar diário das horas de luz.
Mas nada como recordar os tempos em que vivi em Londres para ficar animada por estar por cá e os dias serem maiores que lá!
sábado, 7 de junho de 2008
Portugal x Turquia
sexta-feira, 11 de janeiro de 2008
Açores

Esta é uma das muitas zonas portuguesas que ainda desconheço, não por falta de vontade. Ao ler hoje o P2 deparei-me com uma notícia sobre a National Geographic Traveler ter incluído o arquipélago dos Açores no seu best of de final de 2007.
Fui consultar o site da National Geographic Traveler e verifiquei que os Açores obtiveram a potuação de 84 o que equivale a "Minor difficulties" sendo apenas ultrapassadas pelas ilhas dinamarquesas Faroe.
A prestigiada publicada considera que os Açores como um destino não massificado, devido ao seu clima e à ausência de praias. Salienta ainda "verdes montanhas vulcânicas e pitorescas cidadezinhas preto e branco", um ecossistema "em excelente estado", uma cultura própria "forte e vibrante", a "sofisticação" dos habitantes locais.
Convém mencionar que a Madeira ficou 67 lugares abaixo dos Açores...
Fui consultar o site da National Geographic Traveler e verifiquei que os Açores obtiveram a potuação de 84 o que equivale a "Minor difficulties" sendo apenas ultrapassadas pelas ilhas dinamarquesas Faroe.
A prestigiada publicada considera que os Açores como um destino não massificado, devido ao seu clima e à ausência de praias. Salienta ainda "verdes montanhas vulcânicas e pitorescas cidadezinhas preto e branco", um ecossistema "em excelente estado", uma cultura própria "forte e vibrante", a "sofisticação" dos habitantes locais.
Convém mencionar que a Madeira ficou 67 lugares abaixo dos Açores...
quinta-feira, 20 de dezembro de 2007
O frio
Hoje de manhã era este o aspecto dos Kensington Gardens. Cá têm estado temperaturas baixas, muito baixas. Mas em Janeiro e Fevereiro de certeza que irão ser piores e então aí teremos neve e geadas mais fortes do que a desta noite. Já a meio da tarde, quando passei pelo Serpentine em Hyde Park vi que estava parcialmente gelado, apesar de as gaivotas e patos continuarem por lá a nadar entre os pedaços de gelo (como festará daqui a 2 meses?).
Suponho que será devido à humidade que sinto sempre mais frio em Portugal do que cá. Aqui os ambientes interiores são todos aquecidos e as casas com um isolamento de fazer inveja a qualquer casa em Portugal.
Aqui os cuidados a ter com o vestuário são agasalhos bem quentes (casaco de fazenda muito quente ou de penas, luvas, cachecol e gorro) para o exterior e roupa de Primavera ou Outono para quando se está no interior de construções.
Suponho que será devido à humidade que sinto sempre mais frio em Portugal do que cá. Aqui os ambientes interiores são todos aquecidos e as casas com um isolamento de fazer inveja a qualquer casa em Portugal.
Aqui os cuidados a ter com o vestuário são agasalhos bem quentes (casaco de fazenda muito quente ou de penas, luvas, cachecol e gorro) para o exterior e roupa de Primavera ou Outono para quando se está no interior de construções.
sexta-feira, 14 de dezembro de 2007
Luminosidade
Já aqui tinha feito referência à pouca luminosidade londrina, quer em minha casa quer no exterior. A diferença entre a luminosidade de Londres e do Porto é abismal, não só pelas horas diárias de luz, mas sobretudo pela sua qualidade. A diferença é a mesma entre a luz de uma lâmpada de 40 watts e a luz de uma de 100 watts. Além do que na terrinha há mais horas de luz no Inverno, enquanto que em Londres, por vezes, às 15:30 já está a anoitecer.
Tenho sentido bastante esta diferença, aqui o sol brilha com outra intensidade e foi preciso ir viver 2 meses longe daqui para me aperceber disso e agora desfrutar desta luminosidade com outra perspectiva.
Quem pensa que o Porto é uma cidade cinzento está redondamente enganado. Não sabe o que é viver numa cidade que está permanente com o sol encoberto e quando não o está, simplesmente parece que este não tem brilho...
Vou deixar para outro post a minha perspectiva sobre as diferenças de outro tipo de luz: as de Natal.
Tenho sentido bastante esta diferença, aqui o sol brilha com outra intensidade e foi preciso ir viver 2 meses longe daqui para me aperceber disso e agora desfrutar desta luminosidade com outra perspectiva.
Quem pensa que o Porto é uma cidade cinzento está redondamente enganado. Não sabe o que é viver numa cidade que está permanente com o sol encoberto e quando não o está, simplesmente parece que este não tem brilho...
Vou deixar para outro post a minha perspectiva sobre as diferenças de outro tipo de luz: as de Natal.
terça-feira, 11 de dezembro de 2007
Porto de abrigo

Adoro ir à janela, ver os locais que me são familiares do alto do céu e tentar adivinhar o que se passará lá em baixo. Há locais que vislumbro sempre: o estádio do Dragão, a ponte da Arrábida, o Palácio de Cristal, a ponte D. Luis I, a antena da RTP no Monte da Virgem, a Casa da Música, a Praça Mouzinho de Albuquerque, o cemitério de Agramonte, a casa dos meus sogros. São momentos sempre sagrados, pois além de rever a minha cidade, sinto que estou a chegar ao meu porto de abrigo, a casa, home sweet home.
Será que alguém me pode explicar porque é que a rota aérea vinda de Londres tem de passar primeiro por Gaia, pelo Porto e Matosinhos para ir aterrar na Maia?
Já faltou mais...
Será que alguém me pode explicar porque é que a rota aérea vinda de Londres tem de passar primeiro por Gaia, pelo Porto e Matosinhos para ir aterrar na Maia?
Já faltou mais...
quinta-feira, 6 de dezembro de 2007
Portugal no seu melhor

A primeira vez que li o nome da nova rede móvel portuguesa pertencente aos CTT fiquei estupefacta. A fonética é simplesmente um misto de mau gosto e má criação. Não entendo... quer dizer até entendo, é mais um reflexo da sociedade que temos. Resta-me a indignação.
quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
Oprah's Favorite Things 2007


Um dos meus programas de TV preferidos é o talk show da Oprah (cá não dá em nenhum dos canais que tenho em casa).
Todos os anos ela faz uma lista com os produtos preferidos dela: a Oprah's Favorite Things. É óbvio que os produtos ganham outra relevância e dimensão assim como a sua procura aumenta. Este ano ela incluiu na sua lista um produto português: os sabonetes Claus Porto.
Esta marca prtuguesa existe desde 1887, mas foi nos anos 1940/50 que atingiu a liderança do mercado, já com as marcas Ach. Brito e Claus Porto. Mas a partir da década de 80 a empresa enfrentou sérias dificuldades devido à concorrência das multanacionais e os processos de distribuição moderna. Nos anos 90 estabeleceu uma parceria com a empresa retalhista Lafco (um advogado americano viu um sabonete numa montra de uma mercearia portuguesa em New Jersey, tendo ficado impressionado com o rótulo), o que tornou esta marca numa marca de luxo.
Desde sempre que era conhecida pela qualidade e inovação dos seus produtos, nomeadamente a nível das embalagens (nos anos 50 foi criada uma litografia onde os rótulos eram pintados à mão).
Actualmente, a Claus Porto é uma marca com uma linha de produtos de gama alta dirigida ao mercado estrangeiro e já se tornou numa moda das elites internacionais e na decoração de interiores (os seus produtos seguem processos de produção tradicionais, inteiramente manuais e são embrulhados à mão em coloridas embalagens com um belo design gráfico proveniente dos seus arquivos próprios); enquanto que a Ach. Brito é comercializada no mercado nacional.
Há pouco tempo o Turismo de Portugal fez uma campanha de promoção em terras de Sua Majestade. Inserida nessa campanha estava uma mostra de produtos portugueses no Harrod´s, e uns dos produtos expostos eram os sabonetes Claus Porto (eu vi essa mostra!).
É uma marca que se destaca pela diferença, num país onde o negativismo e o chico-espertismo impera. Um exemplo, sem dúvida, a seguir.
Todos os anos ela faz uma lista com os produtos preferidos dela: a Oprah's Favorite Things. É óbvio que os produtos ganham outra relevância e dimensão assim como a sua procura aumenta. Este ano ela incluiu na sua lista um produto português: os sabonetes Claus Porto.
Esta marca prtuguesa existe desde 1887, mas foi nos anos 1940/50 que atingiu a liderança do mercado, já com as marcas Ach. Brito e Claus Porto. Mas a partir da década de 80 a empresa enfrentou sérias dificuldades devido à concorrência das multanacionais e os processos de distribuição moderna. Nos anos 90 estabeleceu uma parceria com a empresa retalhista Lafco (um advogado americano viu um sabonete numa montra de uma mercearia portuguesa em New Jersey, tendo ficado impressionado com o rótulo), o que tornou esta marca numa marca de luxo.
Desde sempre que era conhecida pela qualidade e inovação dos seus produtos, nomeadamente a nível das embalagens (nos anos 50 foi criada uma litografia onde os rótulos eram pintados à mão).
Actualmente, a Claus Porto é uma marca com uma linha de produtos de gama alta dirigida ao mercado estrangeiro e já se tornou numa moda das elites internacionais e na decoração de interiores (os seus produtos seguem processos de produção tradicionais, inteiramente manuais e são embrulhados à mão em coloridas embalagens com um belo design gráfico proveniente dos seus arquivos próprios); enquanto que a Ach. Brito é comercializada no mercado nacional.
Há pouco tempo o Turismo de Portugal fez uma campanha de promoção em terras de Sua Majestade. Inserida nessa campanha estava uma mostra de produtos portugueses no Harrod´s, e uns dos produtos expostos eram os sabonetes Claus Porto (eu vi essa mostra!).
É uma marca que se destaca pela diferença, num país onde o negativismo e o chico-espertismo impera. Um exemplo, sem dúvida, a seguir.
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