sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Até já




E os "até já" continuam...

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Despedidas



Oficialmente, as despedidas começaram hoje com o almoço da Unidade onde trabalho, seguido de uma surpresa com o melhor bolo de chocolate do mundo.

Este é o sítio onde gostei mais de trabalhar, onde conheci pessoas que irão ficar na minha vida.

Estou em contagem decrescente para mais despedidas ou "até já".

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Life is a game


e os dados estão lançados

domingo, 23 de outubro de 2011

sábado, 22 de outubro de 2011

Bolo rápido de côco


Ingredientes:
100 gr. de manteiga derretida
3 ovos
1 lata de leite condensado
1 colher de sopa de fermento
100 gr. de côco ralado

Instruções:
Untar a forma que irá ser utilizada. Misturar todos os ingredientes. Bater bem.
Deitar na forma e vai ao forno até dourar, cerca de 30 minutos.


quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Maria Rita

Hoje o dia começou com uma excelente notícia: nasceu a Maria Rita!
Parabéns C. e P.!

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Calçada portuguesa





Algum dia teria de ser, eu sabia-o e já estava à espera...

Conheci bem de perto a calçada portuguesa polida e escorregadia da Rua Braamcamp.

Não podia ir embora de Lisboa sem ter esta experiência.

domingo, 16 de outubro de 2011

Um beijo cura tudo

É por causa de pessoas assim que não quero o regresso forçado ao Norte. Isso e nenufares...

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Dia das amigas

Hoje é o dia das amigas...

Enquanto esperava à porta de casa por uma amiga que me deu boleia, encontrei esta amiga.

Cheguei ao meu posto de trabalho e tinha lá um email desta amiga, com a fotografia deste post, porque se tinha lembrado de mim.

E o almoço de hoje é com esta amiga.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Surpresa





Hoje recebi este chocotelegram no meu local de trabalho.

Foi uma excelente surpresa e eu adoro surpresas...

Além do momento doce, vai perdurar a recordação, aliviar um pouco as saudades e vou ficar com um sorriso enorme estampado na cara sempre que me lembrar.

Adorei!






PS - a fotografia foi tirada com telemóvel

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Bolo de iogurte


Finalmente as fotografias desta receita.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Eu podia ter escrito isto

If you miss me, you can’t text, you can’t email, you can’t post it on my facebook wall. If you really miss me, you come and see me.

Quando ouvi esta deixa no cinema senti um murro no estômago. Às vezes é assim, a verdade chega-nos em tom de brincadeira, no meio de uma gargalhada na sala de cinema, numa forma simples.

Nessa noite pensei nas mais variadas formas que utilizo diariamente para exprimir o que sinto em relação aos outros, na quantidade de informação que está guardada por este espaço fora. São tantas as sms, os email, as mensagens e comentários nas redes sociais, que corremos muitas vezes o risco de termos contacto sem tacto. Aposto que foi a partir de um cérebro masculino que surgiram estas formas de contacto sem tacto, sem expressividade, sem emotividade… É mais do que sabido que os homens utilizam metade das palavras que as mulheres, são mais directos, eliminam muitas vezes os cumprimentos iniciais, não se despedem devidamente, etc… a maioria deles não é dada ao mimo, ao beijinho, ao abraço… muito menos em público. Além disso, hoje em dia é sempre muito mais fácil desatar a fazer “like” em tudo o que se vê publicado no mural de outra pessoa do que em enviar-lhe flores, ou ligar para a ouvir a sua voz e desejar um bom dia, ou dizer-lhe na cara: “Gosto de ti”, ou dar um abraço e ouvir com o coração o batimento cardíaco da outra pessoa. Hoje é tudo mais virtual.

Mas a realidade é que para comunicamos verdadeiramente temos que usar todo o nosso ser, há momentos em que devemos usar tudo. Quando alguém precisa de nós, nos pede ajuda, quando alguém tem a melhor das novidades para partilhar, quando sente saudades, sente de um todo. Não há sms, emails, ou música no mural que possa substituir um toque, um gesto de afecto, a amizade ou o amor. Para nos darmos, para nos fazermos sentir, é urgente tornarmo-nos presentes, irmos ao encontro da outra pessoa, despirmo-nos de máscaras, largar a armadura, exibir as cicatrizes… permitirmo-nos estar/ser vulneráveis… é expormo-nos a alguém de uma forma verdadeira… é dizer: “Esta sou eu, tenho estes defeitos, mas trago no peito a esperança que possas abraçar tudo o que eu sou, mas, mais importante, tudo o que ainda não sou.”

Copiado descaradamente daqui.