segunda-feira, 18 de julho de 2011

Ar cool

Desde 6ª feira, data em que foi anunciada a medida Ar Cool que o local onde trabalho está em alvoroço. Aqui discute-se enérgica e veemente o não uso de gravata. Como não poderia deixar de ser, são contra a medida.



Aqui o dress code é mais ou menos informal (hoje vim trabalhar de jeans), mesmo no departamento onde trabalho, que costuma ser sempre muito formal. A 6ª feira causal é uma instituição por estes lados, excepto em alguns casos. Os mesmos que agora contestam de forma aberta, veemente e muito audível a nova medida. A mudança de mentalidades é algo muito demorado e existem sempre velhos do Restelo a darem a sua opinião negativa sobre as inovações.



Para mim, a nova medida é uma bênção. Como aqui referi, o meu local de trabalho é demasiado frio. Aliás, costumo trazer mais roupa para vestir quando estou a trabalhar. Subir o ar condicionado para os 25º vai ser muito vantajoso para mim. Can´t wait for the moment!



Acreditem que poderia escrever inúmeros posts sobre formas de poupança energética e ambiental neste local, que pagamos todos com os nossos impostos. Sobre isso acrescento: se os trabalhadores tratassem do seu local de trabalho como tratam a sua casa, o Estado pouparia milhares de € por ano.

domingo, 17 de julho de 2011

Pensamento do dia - 15

(imagem retirada da net)

terça-feira, 12 de julho de 2011

domingo, 10 de julho de 2011

Fim-de-semana de passeio











O fim-de-semana de passeio começou no Sábado na feira da ladra, seguimos para a Igreja de São Vicente de Fora, Miradouro e Igreja da Graça e por fim Castelo de São Jorge. A noite terminou no clube Ferroviário.
O Domingo começou tarde, com o céu nublado e a querer alterar os nossos planos. O passeio começou com uma caminhada até ao Panteão Nacional. O S. Pedro lá mudou os humores e permitiu-nos ter o resto do dia de praia na Costa da Caparica, onde apanhei um escaldão no pé...

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Saudades



Hoje estou com saudades de Londres. Dos bons momentos que lá passei.

Tenho saudades dos parques, das estações do ano bem definidas, dos muffins, de Oxford Street, dos pubs, das amizades, das casas vitorianas, do Harrods, dos passeios, das montras, do elitismo da zona onde vivia. Saudades dos momentos que lá passei com a Maria e o Rui, com a Rita, a Cláudia, a Diana, a Vânia e o João.
Hoje só me recordo dos bons momentos. Estou com saudades da sensação de finalmente ver o sol após semanas seguidas de chuva e céu nublado. Saudades de frio seco, de neve no dia de Páscoa, do cheiro a terra molhada nos parques. Saudades dos esquilos. Saudades de andar livremente a tirar fotografias pelos parques.

Londres ensinou-me a valorizar ainda mais o meu país, apesar dos imensos defeitos que somos capazes de lhe apontar. Já ponderei voltar a emigrar e até para bem longe, mas é aqui que me sinto bem, segura, feliz. Posso ter saudades, mas isso não significa que queira regressar (é melhor escrever isto para evitar receber emails e telefonemas a perguntar se estou bem...)


quinta-feira, 7 de julho de 2011

Pensamento do dia - 14

As mulheres não gostam de homens que demorem mais tempo do que elas a arranjarem-se...

terça-feira, 5 de julho de 2011

Vocabulário regional

Há certas expressões/vocabulário que, de antemão, se sabe que são características de certas regiões. Esse foi um dos primeiros temas de conversa quando comecei a trabalhar.

No Norte...

...pendura-se a roupa em cruzetas para que não fique encorrilhada. Calçam-se sapatilhas. O dinheiro é guardado no porta-moedas e este anda dentro das carteiras.

As malas são trancadas com aloquetes. Os chuços protegem-nos...

Bebem-se cimbalinos e finos, comem-se magnórios e moletes. Mas cuidado com o que se bebe, senão pode-se ficar ourado. Nas sertãs também se fazem estrugidos e cada panela tem o seu testo.

Poderia dar bastantes mais exemplos, mas é no dia a dia que noto maiores diferenças, como aconteceu desta vez, ou quando chamei trenga a uma colega. Vá lá que morcão já é bem conhecido...

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Do dia de hoje

Um bom final de tarde num local bastante agradável em excelente companhia.
O início da noite e regresso a casa foram mais complicados.
Alguém desesperado resolveu-se transformar numa alminha debaixo do comboio em Belém. Por muito pouco perdi esse comboio, e ainda bem.
Estive mais de 1 hora e meia no Cais do Sodré à espera, sem bateria no telemóvel. Andei nas imediações da estação à procura de um telefone público em funcionamento e revelou-se uma procura mais dificil do que seria esperar.
Imagino como se transformou a vida do maquinista daquele comboio...

domingo, 3 de julho de 2011

Meritocracia

"Um professor de economia da universidade Texas Tech disse que raramente chumbava um aluno, mas tinha chumbado, uma vez, uma turma inteira.

Esta turma em particular tinha insistido que o socialismo realmente funcionava: ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e "justo".

O professor então disse, "Ok, vamos fazer uma experiência socialista nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos as vossas notas dos exames." Todas as notas seriam concedidas com base na média da turma e, portanto seriam "justas".

Isto quis dizer que todos receberiam as mesmas notas, o que significou que ninguém chumbaria. Isso também quis dizer, claro, que ninguém receberia 20 valores... Logo que a média dos primeiros exames foi calculada, todos receberam 12 valores.

Quem estudou com dedicação ficou indignado, pois achou que merecia mais, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado!

Quando o segundo teste foi aplicado, os preguiçosos estudaram ainda menos - eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que também eles se deviam aproveitar da média das notas. Portanto, agindo contra os seus princípios, eles copiaram os hábitos dos preguiçosos. O resultado, a segunda média dos testes foi 10. Ninguém gostou.

Depois do terceiro teste, a média geral foi um 5.

As notas nunca mais voltaram a patamares mais altos, mas as desavenças entre os alunos, procura de culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela turma. A busca por 'justiça' dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma.

No fim de contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar os outros. Portanto, todos os alunos chumbaram... Para sua total surpresa.

O professor explicou que a experiência socialista tinha falhado porque ela era baseada no menor esforço possível da parte de seus participantes. Preguiça e mágoas foi o seu resultado.

Sempre haveria fracasso na situação a partir da qual a experiência tinha começado. "Quando a recompensa é grande", disse, o professor, "o esforço pelo sucesso é grande, pelo menos para alguns de nós. Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros sem o seu consentimento para dar a outros que não lutaram por elas, então o fracasso é inevitável."

O pensamento abaixo foi escrito em 1931. "É impossível levar o pobre à prosperidade através de leis que punem os ricos pela sua prosperidade. Por cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa tem de trabalhar recebendo menos. O governo só pode dar a alguém aquilo que tira de outro alguém. Quando metade da população descobre de que não precisa de trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação."

"É impossível multiplicar riqueza dividindo-a." - Adrian Rogers, 1931

sábado, 2 de julho de 2011

Canídeo de grande porte

imagem retirada daqui

Em Janeiro do ano passado, já de noite, um canídeo de grande porte resolveu ir passear para o meio da A1. O meu cliente, que ia em velocidade muito moderada por se tratar de uma zona de obras, não conseguiu evitar o embate.

Resultado: o canídeo foi desta para melhor, o carro caríssimo directo para a oficina da marca e eu desde então que ando a tratar de resolver este imbróglio jurídico.

Já não tenho paciência para palavras como: canídeo de grande porte, acidente, auto-estrada, A1, designação das Rés, rede metálica, embate, Lei nº 24/2007, responsabilidade civil extra-contratual, testemunhas, acção de condenação, sentença, matéria de Direito.

O responsável pelo acidente teve um fim de vida violento, rápido e amargurado. A ele ninguém lhe faz justiça.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Nova vida - 2

Ontem comi uma francesinha. Estava reticente por ser em Lisboa, mas tenho de admitir que estava muito boa, a repetir de certeza.

Hoje o final de tarde, inicio da noite foi passado no miradouro da Rua São Pedro de Alcântara. Excelente. Faltou a máquina fotográfica e uma roupa mais descontraída. A repetir em todos os miradouros da cidade.