Da mesma forma que há quem se separe porque o casal deixa de ter tempo para si, absorvidos que estão com trabalho, com as crianças, com as obrigações familiares, com projectos paralelos. Treta. O que separa as pessoas não é a falta de tempo para a relação, é a opção que fazemos em privilegiar tudo o resto menos a relação. O trabalho é importante, claro que sim, a família também, pois, os putos, óbvio, mas então e o parceiro ou a parceira? Também. E por isso merecem esse tempo, merecem que se desligue o computador mais cedo, que se abdique de um jogo de futebol, que se diga que não ao patrão, porque é preciso dar tempo e amor à pessoa com quem estamos. Mas também sobre isto os casais devem falar. E têm de falar. Não podemos ouvir e engolir ou aceitar. Temos de dizer que não e dar murros na mesa e abrir os olhos ao outro. A aceitação mútua de que não há nada a fazer, de que o trabalho tem de ser prioritário, é o caminho para o fim de um amor, porque, como é óbvio, as relações não vivem do ar, o amor platónico e por carta (hoje são sms e mails) já não chega. É preciso contacto, e beijos, e amassos, e fins-de-semana a dois, e é preciso empandeirar o puto para os avós de vez em quando e mandar uma rapidinha à hora de almoço. Temos de ser um bocadinho mais putos, um bocadinho mais malucos, e menos avós.Na verdade, não há falta de tempo, há sim opções. Depois, só temos de aceitar e compreender as consequências dessas opções. Quando a opção deixa o outro de lado, então, o fim é quase inevitável.
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Eu podia ter escrito isso
Há mil e uma razões para se chegar a esta situação, a de decidir que não há nada a fazer, a de ter de ter "a conversa", a de fazer a mala, dividir coisas, fazer contas, desmanchar projectos de vida. Na verdade, hoje em dia é quase mais comum ver gente que está em segundas, terceiras ou quartas relações do que com a mulher ou o homem que um dia pensaram ser "o tal" ou "a tal". Na verdade, essas pessoas especiais são aquelas com quem estamos agora - outros já o foram e foram-no enquanto fomos felizes ao lado delas.
terça-feira, 28 de junho de 2011
Carapim
Antes de ir ter com ela, fui procurar uns carapins para lhe oferecer por causa desta notícia. Parece que carapim é uma expressão utilizada pelas gentes do Norte e por cá é desconhecida. Hoje pelo menos 10 pessoas de Lisboa ficaram a saber o que é.
Infelizmente não encontrei nenhuns carapins como desejava, mas não desisti e o bebé da Me ainda vai ter uns carapins à maneira!
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Internet no emprego
(imagem retirada da internet) Nos locais de trabalho por onde tenho passado a internet esteve mais ou menos acessível.
O sítio mais restrito não me permitia ler blogues, ver vídeos, pesquisar jogos, utilizar chat, ou seja, a internet era mesmo vocacionada para trabalhar.
Quando comecei a trabalhar no local onde agora laboro, esperava restrições semelhantes. Todavia, isso não sucedeu.
Está praticamente tudo desbloqueado.
No início o Facebook não tinha qualquer restrição, o que já não acontece. Descobri que foi durante essa altura que foi feita a página no FB da entidade onde trabalho.
Qualquer chat está desbloqueado e é utilizado livremente pelos trabalhadores.
Mas e os blogues? Bem, há dias em que consigo ler os blogues sem qualquer restrição e há os outros dias, em que não vejo nenhuma fotografia e tentar abrir um blogue pode demorar uma manhã inteira.
Ver vídeos é impossível. O meu pc não tem colunas e quase que adivinho que também não tem placa de som.
Por isso, há dias em que me consigo distrair durante uns momentos a ler blogues, sites, ver fotografias, etc e há outros dias em que quase desespero por um momento de ócio, para quebrar a rotina do trabalho.
Mas a parte pior é só ter o internet explorer 6. Assim, há certos sites que não consigo ver mesmo e um deles é necessário para o meu trabalho...
Hoje não tenho acesso ao google reader, logo não consigo ler blogues.
sexta-feira, 24 de junho de 2011
Dia de São João
O São Pedro continua com os humores alterados. Dia de calor intenso, com algum vento à mistura. Supostamente dia ideal para ir à praia, mas como estamos no Norte, a nortada não permite grandes aventuras, somente fortes escaldões nos ombros...
São João sem cascata na Avenida dos Aliados.
Ao fim de 2 anos voltei a comer farturas, nas Fontaínhas, no meio do verdadeiro povo português. Este ano descobri o melhor sítio para ver o fogo de artificio, sem confusões, sem apertões, sem pessoas a tapar as vistas, sem fumo dos foguetes, de frente para a Ponte D. Luis. É um dos segredos melhores guardados de Gaia.
quinta-feira, 23 de junho de 2011
S. João
Da viagem de ontem
A viagem no intercidades (3 horas Lisboa-Porto) já é dificil de fazer, geralmente quando o comboio pára em Coimbra, já não encontro posição sentada e olho para o relógio constantemente a pensar se aquela hora demora muito a passar ou não.
Ontem foi a pior viagem que fiz até agora.
O meu lugar era nos do meio da carruagem, ou seja, ia de frente para outras pessoas, neste caso 2 homens de pernas bem compridas.
Mas a parte pior foi a presença no outro lado do corredor de um miudo com cerca de 3 ou 4 anos. Além de ainda não falar bem, para se fazer entender e conseguir da mãe e da avó tudo o que queria, simplesmente berrava. 3 horas aos berros. Como é que a mãe não levou um único brinquedo, jogo ou livro para distrair a criatura durante uma viagem tão longa?
Posso quase jurar que a dada altura ouvi um telefonema do senhor que ia sentado ao lado daquela família, a dizer à namorada que não queria ter filhos...
terça-feira, 21 de junho de 2011
Boas noticias
Se o final do dia de ontem não correu da melhor forma, o dia de hoje começou com uma excelente notícia, que me deixou imensamente feliz.
Há pessoas que merecem tudo de bom e a minha amiga V. é uma delas.
Parabéns minha querida!
Há pessoas que merecem tudo de bom e a minha amiga V. é uma delas.
Parabéns minha querida!
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Sossego
sábado, 18 de junho de 2011
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