domingo, 5 de junho de 2011
Pensamento do dia - 9
Dar longas caminhadas com os MBT calçados é sinónimo de sentir os músculos das pernas todos no dia seguinte.
sábado, 4 de junho de 2011
F C Porto
sexta-feira, 3 de junho de 2011
1º escaldão do ano
não foi conseguido com uma ida à praia ou uma caminhada, mas com uma bela espera pelo comboio que tardou 1 hora e 10 minutos a chegar...
Greve
A greve é um direito que está consignado constitucional. Um direito que não contesto e aplaudo a sua existência.
Os grevistas costumam dizer que se com as suas greves não afectarem a restante população, então a greve não tem efeito útil.
Hoje fui gravemente afectada pela greve da CP. Continuo a não contestar o direito à mesma, mas contesto os direitos adquiridos dos trabalhadores da CP, assim como os salários acima da média nacional que auferem. Convém não esquecer que o acordo com a troika prevê a privatização da CP, de certo que as greves irão então terminar...
Na 2ª feira já houve greve, mas havia serviços minímos e cosegui apanhar o 2º comboio que passou, apesar de ter estado 2 horas em pé num pavimento alagado de àgua. Hoje a estação está fechada e apesar da previsão inicial (divulgada no site da CP) de passagem de comboios a partir das 9:00, estes só irão começar a transitar a partir das 13:00.
Resultado: uma tentativa frustada de ir de bus (iria demorar quase o mesmo tempo do que esperar pelo 1º comboio) e uma manhã passada em casa.
O que vale é ter um horário flexível e uma chefe 5*, senão seria uma falta injustificada que se iria reflectir na minha esfera jurídica enquanto trabalhadora.
Haja paciência e boa disposição!
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Andar de transportes públicos
é descobrir que os melhores trabalhadores são os que bebem bebidas alcoólicas. Era por isso que antigamente os empregadores davam vinho aos seus empregados. Já não há trabalhadores decentes.
A conversa entre os dois senhores terminou com um pedido de medicamentos para as dores, supostamente miraculoso e baratinho.
Não pude deixar de esboçar um sorriso.
quarta-feira, 1 de junho de 2011
terça-feira, 31 de maio de 2011
In a very good mood
É o que dá ter colegas de trabalho que me levam às lágrimas de tanto rir logo de manhãzinha.
Não há melhor forma de começar o dia!
segunda-feira, 30 de maio de 2011
domingo, 29 de maio de 2011
Vida amorosa
Não escrevo isto com amargura, nem ressentimento, mas como algo factual, como se costuma dizer "Enquanto não conheces o certo vai te entretendo com os errados"
Poderia muito bem ter escrito este texto.
Há uns anos atrás acreditei ter encontrado o homem da minha vida, aquela pessoa com quem gostaria de passar o resto da minha vida, que seria um bom pai para os meus filhos e que me faria feliz. Acreditei e tentei constitiuir família com ele. A verdade é por muitos e variados motivos, a relação formal não funcionou e o sonho desmoronou.
Essa fase menos boa fez a ilusão esfumar-se rapidamente e agora as perspectivas de relacionamentos são bem diferentes.
Deixei de crer em almas gémeas, em principes encantados, no viveram felizes para sempre. Acredito no relacionamento quotidiano, no esfroço natural e diário na relação, no empenho igual e a dois para fazer a relação funcionar. Acredito em pessoas com personalidades compatíveis, ajustáveis mas independentes e com vontade própria.
Creio no amor puro, na vontade de fazer uma relação funcionar, nas alegrias que esse proporciona, mas acabou-se a ilusão. Continuo a não acreditar nas relações puramente físicas, acredito sim nos sentimentos assumidos, na fidelidade, no compromisso entre 2 pessoas com os mesmos objectivos (ainda que não sejam o de constituir família).
Os acontecimentos moldaram-me, transformaram-me naquilo que sou agora, assim como modificaram as minhas crenças e forma de agir. Sou mais tolerante com os outros e com as mais diversas formas de ver a vida. Actuo por conta própria sem me importar com as opiniões dos outros e tornei-me menos impressionável.
Acima de tudo, tornei-me mais mulher.
Poderia muito bem ter escrito este texto.
Há uns anos atrás acreditei ter encontrado o homem da minha vida, aquela pessoa com quem gostaria de passar o resto da minha vida, que seria um bom pai para os meus filhos e que me faria feliz. Acreditei e tentei constitiuir família com ele. A verdade é por muitos e variados motivos, a relação formal não funcionou e o sonho desmoronou.
Essa fase menos boa fez a ilusão esfumar-se rapidamente e agora as perspectivas de relacionamentos são bem diferentes.
Deixei de crer em almas gémeas, em principes encantados, no viveram felizes para sempre. Acredito no relacionamento quotidiano, no esfroço natural e diário na relação, no empenho igual e a dois para fazer a relação funcionar. Acredito em pessoas com personalidades compatíveis, ajustáveis mas independentes e com vontade própria.
Creio no amor puro, na vontade de fazer uma relação funcionar, nas alegrias que esse proporciona, mas acabou-se a ilusão. Continuo a não acreditar nas relações puramente físicas, acredito sim nos sentimentos assumidos, na fidelidade, no compromisso entre 2 pessoas com os mesmos objectivos (ainda que não sejam o de constituir família).
Os acontecimentos moldaram-me, transformaram-me naquilo que sou agora, assim como modificaram as minhas crenças e forma de agir. Sou mais tolerante com os outros e com as mais diversas formas de ver a vida. Actuo por conta própria sem me importar com as opiniões dos outros e tornei-me menos impressionável.
Acima de tudo, tornei-me mais mulher.
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