sexta-feira, 3 de junho de 2011

Greve

A greve é um direito que está consignado constitucional. Um direito que não contesto e aplaudo a sua existência.
Os grevistas costumam dizer que se com as suas greves não afectarem a restante população, então a greve não tem efeito útil.
Hoje fui gravemente afectada pela greve da CP. Continuo a não contestar o direito à mesma, mas contesto os direitos adquiridos dos trabalhadores da CP, assim como os salários acima da média nacional que auferem. Convém não esquecer que o acordo com a troika prevê a privatização da CP, de certo que as greves irão então terminar...
Na 2ª feira já houve greve, mas havia serviços minímos e cosegui apanhar o 2º comboio que passou, apesar de ter estado 2 horas em pé num pavimento alagado de àgua. Hoje a estação está fechada e apesar da previsão inicial (divulgada no site da CP) de passagem de comboios a partir das 9:00, estes só irão começar a transitar a partir das 13:00.
Resultado: uma tentativa frustada de ir de bus (iria demorar quase o mesmo tempo do que esperar pelo 1º comboio) e uma manhã passada em casa.
O que vale é ter um horário flexível e uma chefe 5*, senão seria uma falta injustificada que se iria reflectir na minha esfera jurídica enquanto trabalhadora.
Haja paciência e boa disposição!

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Andar de transportes públicos

é descobrir que os melhores trabalhadores são os que bebem bebidas alcoólicas. Era por isso que antigamente os empregadores davam vinho aos seus empregados. Já não há trabalhadores decentes.
A conversa entre os dois senhores terminou com um pedido de medicamentos para as dores, supostamente miraculoso e baratinho.
Não pude deixar de esboçar um sorriso.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

terça-feira, 31 de maio de 2011

Constatação

Ir votar vai ficar-me muito caro... espero que valha o esforço.

In a very good mood


É o que dá ter colegas de trabalho que me levam às lágrimas de tanto rir logo de manhãzinha.
Não há melhor forma de começar o dia!

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Pensamento do dia - 8

(imagem retirada da net)


Não julgueis, para não seres julgado.

domingo, 29 de maio de 2011

Vida amorosa

Não escrevo isto com amargura, nem ressentimento, mas como algo factual, como se costuma dizer "Enquanto não conheces o certo vai te entretendo com os errados"

Poderia muito bem ter escrito este texto.
Há uns anos atrás acreditei ter encontrado o homem da minha vida, aquela pessoa com quem gostaria de passar o resto da minha vida, que seria um bom pai para os meus filhos e que me faria feliz. Acreditei e tentei constitiuir família com ele. A verdade é por muitos e variados motivos, a relação formal não funcionou e o sonho desmoronou.
Essa fase menos boa fez a ilusão esfumar-se rapidamente e agora as perspectivas de relacionamentos são bem diferentes.
Deixei de crer em almas gémeas, em principes encantados, no viveram felizes para sempre. Acredito no relacionamento quotidiano, no esfroço natural
e diário na relação, no empenho igual e a dois para fazer a relação funcionar. Acredito em pessoas com personalidades compatíveis, ajustáveis mas independentes e com vontade própria.
Creio no amor puro, na vontade de fazer uma relação funcionar, nas alegrias que esse proporciona, mas acabou-se a ilusão. Continuo a não acreditar nas relações puramente físicas, acredito sim nos sentimentos assumidos, na fidelidade, no compromisso entre 2 pessoas com os mesmos objectivos (ainda que não sejam o de constituir família).
Os acontecimentos moldaram-me, transformaram-me naquilo que sou agora, assim como modificaram as minhas crenças e forma de agir. Sou mais tolerante com os outros e com as mais diversas formas de ver a vida. Actuo por conta própria sem me importar com as opiniões dos outros e tornei-me menos impressionável.
Acima de tudo, tornei-me mais mulher.

sábado, 28 de maio de 2011

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Pensamento do dia - 7

"I'm selfish, impatient and a little insecure. I make mistakes, I am out of control and at times hard to handle. But if you can't handle me at my worst, then you sure as hell don't deserve me at my best."

Marilyn Monroe

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Ter um filho bem especial

Li este texto num blog e não posso deixar de o partilhar:

“Frequentemente pedem-me para descrever a experiência de dar à luz uma criança portadora de necessidades especiais. Eu diria assim: Ter um bebé é como planear uma fabulosa viagem de férias a Itália. Compra-se um monte de guias e faz-se planos maravilhosos: o Coliseu, o David de Miguel Ângelo, as gôndolas em Veneza… Até aprende algumas frases em italiano.
Após meses de antecipação, finalmente chega o grande dia. Arruma as malas e embarca. Algumas horas depois, você aterra e o comissário de bordo chega e diz: “Bem-vindo à Holanda!”. Holanda? – diz você. O que quer dizer com Holanda? Eu escolhi Itália! Eu devia ter chegado à Itália. Toda a minha vida eu quis conhecer a Itália! Mas houve uma mudança no plano de vôo. Eles aterraram na Holanda e é lá que deve ficar. O mais importante é que eles não o levaram para um lugar horrível e desagradável, com sujeira, fome e doença. É apenas um lugar diferente. Então, precisa sair e comprar outros guias. Deve aprender uma nova língua e irá encontrar pessoas que jamais imaginara. É apenas um lugar diferente. É mais baixo e menos ensolarado que a Itália. Mas, após alguns minutos, pode respirar fundo e olhar ao redor. Começa a notar que a Holanda tem moinhos de vento, tulipas e até Rembrandt e Van Gogh.
Mas, todos os que você conhece vão e vêm de Itália, comentando a temporada maravilhosa que passaram lá. Por toda a sua vida você dirá: Sim, era onde eu deveria estar. Era tudo o que eu tinha planeado. A dor que isso causa, nunca, nunca irá embora, porque a perda desse sonho é uma perda extremamente significativa. No entanto, se passar toda a vida remoendo o facto de não ter chegado a Itália, nunca estará livre para apreciar as coisas belas e muito especiais que existem na Holanda."

Bola de berlim do Natário

(imagem retirada da net)

era o que me apetecia comer agora...