Chegou a Primavera. Está aberta a época dos piropos.
Já não se pode andar descansada na rua...
terça-feira, 22 de março de 2011
sábado, 19 de março de 2011
terça-feira, 15 de março de 2011
Despertador
quarta-feira, 9 de março de 2011
Eu não o teria dito melhor
Continuo sem perceber porque é que se há-de atribuir UM dia às mulheres. Como se não fossem as mulheres a carregar o mundo às costas. Começa na procriação. Para se gerar um filho não é preciso que a mulher tenha um orgasmo, mas é imperativo que o homem o tenha. Donde, o prazer dela é dispensável, o dele, essencial. Começamos bem, portanto. Depois são nove meses. De poesia e dores no corpo. E o grand finale, onde nasce um ser novo e terminam as horas de sofrimento por que a mulher teve que passar (ignoremos que existe epidural e assumamos que todas as mulheres têm um parto dolorido). Os períodos (coisa fabulosa de que os homens se safaram). O ter que fazer chichi sentada, sendo absolutamente necessária uma casa de banho ou, no limite do desespero, um arbusto bem guardado, coisa que não há por aí aos pontapés.
Mas, acima de tudo, a Wonder Woman que se espera que todas sejamos. Trabalhar oito horas por dia (pelo menos), pôr e trazer os filhos da escola, dar banhos, fazer jantares, fazer as compras da semana, manter a casa arrumada, mantermo-nos arrumadas, prontas para o que der e vier, não deixar que falte nada em casa, ter a solução para tudo, do Ben-U-Ron para os princípios de febre, ao vinagre para tirar cheiros, à acetona para tirar nódoas de sangue, saber as respostas mais longínquas, para poder ajudar nos trabalhos de casa, conhecer todas as personagens das Winx, do Ben10, do Bob, o Construtor, e não as baralhar. Saber os tamanhos que vestem todas as pessoas que vivem na nossa casa, não esquecer que o marido gosta de meias sem elástico e de gravatas 100% seda, não esquecer que se paga à empregada ao dia 1 de cada mês, tratar de todos os pendentes, sejam as contas do banco ou as marcações de férias, estar sempre disponível para ir com os filhos ao médico, nem que para isso se vire a vida do avesso. Ter que pedir favores para poder ter duas horas por semana com as amigas ou uma tarde para ir às compras. Chegar ao fim do dia com um sorriso, de negligé, fresca e perfumada na cama, à espera do marido que terá, eventualmente, AJUDADO nalgumas das tarefas sem ter efectivamente FEITO nenhuma delas.
Depois disto tudo dão-nos UM dia em jeito de homenagem, numa de "vá, toma lá uma geribéria que hoje é dia da mulher".
Caríssimos, que pariu! Merecemos 365 dias de homenagem por ano. Merecemos mimos todos os dias. Merecemos flores todos os dias. Merecemos que, de uma vez por todas, reconheçam que sem a nossa dedicação, a nossa entrega, o nosso desenrascanço, a nossa força de vontade, a nossa destreza, a nossa argúcia, o mundo era uma bela merda de sítio para se viver.
É por isso que não celebro o dia da mulher. Acho sexista, discriminatório, idiota. É melhor que nada, dizem uns. É uma forma de valorizar, dizem outros. Os homens não têm nenhum dia de homenagem e, ainda assim, o mundo continua, ilusoriamente, a girar à volta deles.
Mas, acima de tudo, a Wonder Woman que se espera que todas sejamos. Trabalhar oito horas por dia (pelo menos), pôr e trazer os filhos da escola, dar banhos, fazer jantares, fazer as compras da semana, manter a casa arrumada, mantermo-nos arrumadas, prontas para o que der e vier, não deixar que falte nada em casa, ter a solução para tudo, do Ben-U-Ron para os princípios de febre, ao vinagre para tirar cheiros, à acetona para tirar nódoas de sangue, saber as respostas mais longínquas, para poder ajudar nos trabalhos de casa, conhecer todas as personagens das Winx, do Ben10, do Bob, o Construtor, e não as baralhar. Saber os tamanhos que vestem todas as pessoas que vivem na nossa casa, não esquecer que o marido gosta de meias sem elástico e de gravatas 100% seda, não esquecer que se paga à empregada ao dia 1 de cada mês, tratar de todos os pendentes, sejam as contas do banco ou as marcações de férias, estar sempre disponível para ir com os filhos ao médico, nem que para isso se vire a vida do avesso. Ter que pedir favores para poder ter duas horas por semana com as amigas ou uma tarde para ir às compras. Chegar ao fim do dia com um sorriso, de negligé, fresca e perfumada na cama, à espera do marido que terá, eventualmente, AJUDADO nalgumas das tarefas sem ter efectivamente FEITO nenhuma delas.
Depois disto tudo dão-nos UM dia em jeito de homenagem, numa de "vá, toma lá uma geribéria que hoje é dia da mulher".
Caríssimos, que pariu! Merecemos 365 dias de homenagem por ano. Merecemos mimos todos os dias. Merecemos flores todos os dias. Merecemos que, de uma vez por todas, reconheçam que sem a nossa dedicação, a nossa entrega, o nosso desenrascanço, a nossa força de vontade, a nossa destreza, a nossa argúcia, o mundo era uma bela merda de sítio para se viver.
É por isso que não celebro o dia da mulher. Acho sexista, discriminatório, idiota. É melhor que nada, dizem uns. É uma forma de valorizar, dizem outros. Os homens não têm nenhum dia de homenagem e, ainda assim, o mundo continua, ilusoriamente, a girar à volta deles.
By Marianne
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Chat online
(imagem retirada da net)Quando estou online, passo parte do meu tempo a teclar com amigos, familiares e até a fazer novas amizades.
Quando não quero estar contactável, tenho sempre a hipótese de não o estar.
Nas conversas online deveria-se optar por ter os mesmo padrões de educação de uma conversa normal. Quando se telefona ou se encontra alguém na rua, não se desaparece sem avisar, não se desliga sem dizer um adeus, não se ignora quem quer falar connosco, não se abandona uma conversa a meio.
Sigo sempre a educação que os meus paizinhos me deram e mesmo que a conversa não esteja a prosseguir nesse momento, digo qualquer coisa como: tenho de ir, adeus, até mais logo.
Também existem aquelas pessoas com quem não nos apetece teclar, mas que o que querem fazer, nesses casos, manda a educação responder, nem que seja para se dizer que se está ocupado.
Não custa nada ser bem educada.
domingo, 13 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Pensamento do dia - 1
sábado, 5 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Avózinha gulosa
(imagem retirada da net)A minha avó materna é diabética. A minha avó é gulosa.
A minha avó é muito marotinha. A minha avó tem 86 anos.
Hoje apanhei a minha avó a abrir o saco onde está guardado o pão-de-ló. Depois seguiu-se o seguinte diálogo:
CITRA: avó, o que está a fazer?
avó (de boca cheia): nada
CITRA: isso é o pão-de-ló...
avó: só comi uma fruta...
CITRA: fruta? Avó! o pão-de-ló não leva fruta!
Como este episódio há muitos mais, alguns já relatados neste blogue.
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
História veridica
(imagem retirada da net)Apesar de parecer uma anedota, esta é uma história verídica. Do mais verdadeirinho que há.
Um médico já de idade começou a consulta mandando o paciente deitar-se na marquesa.
O paciente recusou, alegando que se se deitasse iria morrer.
O médico insistiu várias vezes, com veemência, e o paciente dizia sempre que se se deitasse que morreria.
O médico tanto insistiu que o paciente acabou por se deitar.
A enfermeira alertou o médico de que o paciente acabara de falecer deitado.
O médico prontamente respondeu:
- Homem de palavra!
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
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