sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Chat online

(imagem retirada da net)

Quando estou online, passo parte do meu tempo a teclar com amigos, familiares e até a fazer novas amizades.
Quando não quero estar contactável, tenho sempre a hipótese de não o estar.
Nas conversas online deveria-se optar por ter os mesmo padrões de educação de uma conversa normal. Quando se telefona ou se encontra alguém na rua, não se desaparece sem avisar, não se desliga sem dizer um adeus, não se ignora quem quer falar connosco, não se abandona uma conversa a meio.
Sigo sempre a educação que os meus paizinhos me deram e mesmo que a conversa não esteja a prosseguir nesse momento, digo qualquer coisa como: tenho de ir, adeus, até mais logo.
Também existem aquelas pessoas com quem não nos apetece teclar, mas que o que querem fazer, nesses casos, manda a educação responder, nem que seja para se dizer que se está ocupado.
Não custa nada ser bem educada.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Pensamento do dia - 1

(imagem retirada da net)

"Conservar algo que possa recordar-te seria admitir que eu pudesse esquecer-te..."
William Shakespeare

sábado, 5 de fevereiro de 2011

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Avózinha gulosa

(imagem retirada da net)

A minha avó materna é diabética. A minha avó é gulosa.
A minha avó é muito marotinha. A minha avó tem 86 anos.
Hoje apanhei a minha avó a abrir o saco onde está guardado o pão-de-ló. Depois seguiu-se o seguinte diálogo:

CITRA: avó, o que está a fazer?
avó (de boca cheia): nada
CITRA: isso é o pão-de-ló...
avó: só comi uma fruta...
CITRA: fruta? Avó! o pão-de-ló não leva fruta!

Como este episódio há muitos mais, alguns já relatados neste blogue.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

História veridica

(imagem retirada da net)

Apesar de parecer uma anedota, esta é uma história verídica. Do mais verdadeirinho que há.

Um médico já de idade começou a consulta mandando o paciente deitar-se na marquesa.
O paciente recusou, alegando que se se deitasse iria morrer.
O médico insistiu várias vezes, com veemência, e o paciente dizia sempre que se se deitasse que morreria.
O médico tanto insistiu que o paciente acabou por se deitar.
A enfermeira alertou o médico de que o paciente acabara de falecer deitado.
O médico prontamente respondeu:
- Homem de palavra!

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

O Vitinho faz 25 anos!


Esta sempre foi a minha versão preferida.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Saudades

(imagem retirada da net)

Há dias que são mais significativos do que outros. Há dias puramente banais que se transformam em dias especiais e dias especiais que perdem o encanto.
Foi há 5 anos que celebraste o teu último aniversário. Lembro-me muito bem da visita que te fiz em casa dos teus tios. A tua mãe estava contigo, mas deixou-nos a sós para conversarmos. Mal falaste, o pouco que disseste transformou-se em choro e num desalento sem fim. É a ultima memória tua que guardo ainda com todas as capacidades e consciente.
Este dia ficará sempre ligado a ti, às boas memórias, aos bons momentos que passamos juntas.
Tenho saudades...

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

A viagem da vida

(imagem retirada da net)


"Capacidade de sofrer, para mim, significa saber permanecer no sofrimento a fim de procurar o seu significado. Permanecer aí o tempo suficiente para poder descobrir quem se é verdadeiramente.(...)

Saber viver significa saber estar no sofrimento para aprender a sair dele. (...)

Poderá parecer-vos estranho, mas julgo que saber sofrer significa saber que o sofrimento faz parte da vida.
Por definição.
Irremediavelmente.
De forma inevitável.

Só esta sociedade competitiva nos leva a acreditar que a vida só o é verdadeiramente quando se vence, quando não se sofre. Tanto é assim, que quem não alcança algum tipo de êxito se sente frustrado, irrealizado, deprimido, não importante, não vivo.
Nos dias de hoje, a nossa identidade é construída sobre os êxitos que alcançamos, sobre aquilo que possuímos, sobre o dinheiro, o sexo, a glória; sobretudo, sobre a imagem que damos de nós mesmos. (...)

Para mim, os êxitos têm tanto valor como as derrotas.
Importante, vital, é dar-lhes sentido.
Se eu tiver um êxito, dar-lhe-ei sentido, se viver uma derrota, dar-lhe-ei sentido.
Eu existo porque sou.

Os êxitos e as derrotas são partes integrantes do meu caminho pessoal sobre a terra. Nada mais. São momentos úteis para compreender melhor o sentido da minha viagem terrena, para reduzir o meu apego ao mundo. »

Valerio Albisetti, em "Viagem da Vida"