sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Casual friday


(imagem retirada da net)

Hoje quando ia sair de casa para trabalhar, o meu pai, muito indignado, perguntou-me: vais sair de casa? vais trabalhar assim? de sapatilhas? uma advogada ir trabalhar de sapatilhas?
E sim, vim trabalhar de sapatilhas. Também vim a pé parte do trajecto (40 minutos a caminhar) e as sapatilhas ajudaram!

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Wish list - 17


Em preto.


Só disponível no El Corte Ingles
(imagens retiradas da net)

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Ainda há cavalheiros

(imagem retirada da net)

Nos dias que correm é dificil encontrar um homem que ceda a passagem, que abra a porta, que dê o seu lugar a uma mulher.
Hoje o estagiário ofereceu-se e foi à farmácia comprar um medicamento para as dores de cabeça para a nossa funcionária. Ainda perguntou na farmácia, a pedido dela, se o medicamento interagia com a pilula.
Afinal ainda há cavalheiros neste país.

domingo, 6 de dezembro de 2009

Detesto ter insónias

(imagem retirada da net)

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Elogio ao Amor

(imagem retirada da net)


MEC: Elogio ao Amor

“Há coisas que não são para se perceberem. Esta é uma delas. Tenho uma coisa para dizer e não sei como hei-de dizê-la. Muito do que se segue pode ser, por isso, incompreensível. A culpa é minha. O que for incompreensível não é mesmo para se perceber. Não é por falta de clareza. Serei muito claro. Eu próprio percebo pouco do que tenho para dizer. Mas tenho de dizê-lo.


O que quero é fazer o elogio do amor puro. Parece-me que já ninguém se apaixona de verdade. Já ninguém quer viver um amor impossível. Já ninguém aceita amar sem uma razão. Hoje as pessoas apaixonam-se por uma questão de prática. Porque dá jeito. Porque são colegas e estão ali mesmo ao lado. Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria.


Hoje em dia as pessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e à mínima merdinha entram logo em “diálogo”. O amor passou a ser passível de ser combinado. Os amantes tornaram-se sócios. Reúnem-se, discutem problemas, tomam decisões. O amor transformou-se numa variante psico-sócio-bio-ecológica de camaradagem. A paixão, que devia ser desmedida, é na medida do possível. O amor tornou-se uma questão prática. O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade, ficam “praticamente” apaixonadas.


Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há, estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço. Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje. Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do “tá bem, tudo bem”, tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, bananóides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas. Já ninguém se apaixona? Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo?


O amor é uma coisa, a vida é outra. O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida, o nosso “dá lá um jeitinho sentimental”. Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os novos casalinhos. Para onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abraços, flores. O amor fechou a loja. Foi trespassada ao pessoal da pantufa e da serenidade. Amor é amor. É essa beleza. É esse perigo. O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes. Tanto pode como não pode. Tanto faz. É uma questão de azar.


O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto. O amor é uma coisa, a vida é outra. A vida às vezes mata o amor. A “vidinha” é uma convivência assassina. O amor puro não é um meio, não é um fim, não é um princípio, não é um destino. O amor puro é uma condição. Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima. O amor não se percebe. Não é para perceber. O amor é um estado de quem se sente. O amor é a nossa alma. É a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende.

O amor é uma verdade. É por isso que a ilusão é necessária. A ilusão é bonita, não faz mal. Que se invente e minta e sonhe o que quiser. O amor é uma coisa, a vida é outra. A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe. Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não esta lá quem se ama, não é ela que nos acompanha – é o nosso amor, o amor que se lhe tem. Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado, viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz. Não se pode ceder. Não se pode resistir. A vida é uma coisa, o amor é outra. A vida dura a Vida inteira, o amor não. Só um mundo de amor pode durar a vida inteira. E valê-la também.”

Miguel Esteves Cardoso in Expresso 2007

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Fotografia

(imagem retirada da net)

Aqui está uma fotografia que gostaria de ter tirado, mas que seria impossível de conseguir com o meu canário (o ser menos fotogénico à face da Terra).

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Cogumelos Portobello gratinados


Ingredientes:
2 cogumelos Portobello por pessoa (no minímo)

queijo mozarella q.b.

1 tomate
1 pimento vermelho

couve rocha q.b.
azeite q.b.
sal q.b.


Preparação:
Retirar o caule aos cogumelos. Cortar em pedacinhos o pimento e a couve rocha. Regar os cogumelos com um bocadinho de azeite. Temperar com pouco sal. Cortar em pedaços o tomate para cima dos cogumelos. Deitar o pimento e a couve por cima do tomate. Regar tudo com pouco azeite. Deitar o queijo abundantemente por cima do recheio dos cogumelos. Vai ao forno até o queijo ficar todo derretido e os cogumelos estarem assados.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Parabéns pai!

(imagem retirada da net)

Hoje o melhor pai do mundo faz anos.
Parabéns pai!

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Há dias em que não se devia sair da cama

(imagem retirada da net)

O que hoje está a compensar são as minhas colheitas no FarmVille.
Vão de vento em popa!

Incompetência


Não seria de esperar que abrindo as candidaturas de acesso ao Direito, que é como quem diz candidatura às oficiosas, que os srs. da OA previssem uma grande afluência de Advogados a candidatarem-se e o site tivesse capacidade para as mesmas?
Parece que não.
A julgar pela fotografia, experiência das candidaturas anteriores parece que não lhes serviu de nada...